quarta-feira, abril 08, 2009

E depois do Protocolo de Quioto?

O protocolo de Quioto acaba em 2012.

Depois haverá mais limites, que poderão começar a ser delineados em Dezembro de 2009, na próxima conferência do Clima em Copenhaga.

Provavelmente as licenças de emissões, que em Portugal muitas foram distribuídas gratuitamente, vão acabar.

O novo acordo terá metas mais ambiciosas.

Os Estados Unidos irão assinar (e ratificar) um novo acordo? possivelmente, com a nova administração Obama, sim.

Qualquer que seja o acordo o mesmo irá marcar as próximas duas decadas e poderá ser decisivo na regulação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

12 comentários:

CBA disse...

Penso que o combate às alterações climáticas tem de partir essencialmente da consciência de cada um, com uma especial atenção ao sector dos transportes: desde os construtores automóveis até ao cidadão que não abusa do carro.

Protocolos que não servem para nada, e que têm metas tão ambiciosas quanto impossíveis, não são a melhor opção para o futuro.

João Almeida disse...

excelente blog, com opiniões bastante interessantes. gostaria de saber se estão interessados numa parceria.
Como engenheiro civil tenho um gosto especial por esta área, e como tenho um blog sobre este e outros asuntos, gostaria de saber se querem trocar link's.
o meu blog é www.medicoesacusticas.blogspot.com

PER disse...

O facto de existir um Protocolo, não impede que as pessoas e outros players não abrangidos directamente pelos mesmos possam contribuir para a mitigação dos efeitos das Alterações Climáticas.

Os protocolos são ferramentas políticas que permitem posteriormente estabelecer dinâmicas regionais e nacionais (directivas e legislação), assim como dar visibilidade a objectivos importantes, como aconteceu para o protocolo de Montreal (camada de Ozono) e o actual Protocolo de Quioto.

PER disse...

Caro João Almeida,

Este blog funciona como complemento do site http://www.energiasrenovaveis.com.

Estamos sempre disponíveis para colaborações/parcerias.

Ficamos a aguardar a proposta para o seguinte endereço: mail@energiasrenovaveis.com

JF

renováveis disse...

olá, é a primeira vez que vez que venho a este site e acabo de me inscrever.
acho numa primeira e rápida análise que é interessante.
como vou iniciar em breve um curso de Tecnico de energias renováveis na Master D, certamente voltarei a este blog.
TONI

Clipper disse...

Clip

Um blog de opinião, um clip sobre a actualidade.


http://clip-opinion.blogspot.com/

Anónimo disse...

A energia renovavel é uma solução para um meio ambiente mas não é eficaz! A energia tem de ser um primário, possa resolver todos os meios que nos rodeia! Há uma outra solução que no futuro possa desenvolvel éssa energia primário. Que em breve estára em portugal(energia movido por molas calibradas)chama-se JC,o que quero dizer auto-sufeciente,não necessita de quais quer matéria prima e energia renovavel. O JC é o mais eficaz e amigo do ambiente global. ROBERTO CARLOS

Portefólio MB disse...

Na minha opinião, a actual situação ambiental deve-se essencialmente à total dependência da humanidade por recursos energéticos como o petróleo. É a principal fonte geradora de energia mundial e uma das que mais contribui para a cada vez mais insustentável poluição atmosférica. O fim da sua exploração e consequentemente utilização, provocaria principalmente nos paises industrializados, um retrocesso de quase 200 anos bem como uma revolução no modo de vida das sociedades desses mesmos paises. Não basta recorrermos às energias alternativas, é preciso também que todas os produtos e serviços oriundos directa ou indirectamente do petróleo sejam re-inventados. Por ex: um automóvel pode ser movido a electricidade, mas a sua composição é quase na totalidade dependente do petróleo e seus derivados, como a borracha, o plastico, etc. O protocolo de Quioto foi talvez o primeiro grito de revolta dos paises com alguma consciência ambiental, mas é insuficiente. É preciso mudar politicas, mentalidades governamentais e acima de tudo modos de vida.

Nuno Campos disse...

ola!
excelente Blog, na minha opinião o protocolo de quioto, foi nada mais que um acordo de cavalheiros que vários paizes aderentes assinaram, uma vez que entrou em vigor em FEV2005, e tem o termo em 2012, não acredito de que os EUA, e o Japão consigam atingir os niveis pretendidos, mas não são só esses paízes, é mesmo a mentalidade de todos nós a nivel mundial que tem de mudar, um bocadinho de todos nós, pode fazer muita diferença, e, e uma diferença muito significante a nivel mundial, a médio/longo prazo!
Cump
Nuno Campos

Anónimo disse...

. No meu ponto de vista, os objectivos a que o de protocolo de Quioto se proponham eram sem duvida interessantes e necessários, mas mais uma vez os interesses económicos e o poder dos países mais ricos se sobrepõe a tudo o resto. E quem fica a perder é o ambiente e as gerações futuras.

lopes.serras disse...

Não colaboro da opinião de que em 2012 sejam atingidos os objectivos propostos pelos países aderentes ao tratado de Quioto.
Portugal é um país pequeno, mas um país que continua a aumentar de forma significativa a emissão de gases para a atmosfera. Também não vejo muito boas intenções, tanto a nível público, como a nível privado para inverter esta situação.
Entendo que muitos outros países não diferem muito de Portugal em relação a esta matéria.
De facto, as gerações futuras vão ter problemas sérios.
Joaquim Serras

Anónimo disse...

Olá boa noite!
Sou da opinião de que cada um de nós pode apoiar para uma melhor sustentabilidade do Planeta terra, que devíamos deixar de Protocolos e burocracias desnecessárias pois o tempo está a passar e as alterações do clima continuam a uma velocidade vertiginosa, e nós temos que o mais rápido possível tentar travar isso! Devemos deixar de olhar para o nosso umbigo e preocuparmos nos com interesses económicos, e começarmos sim cuidar do futuro do Planeta pois esse futuro só dependera de nós!