<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-29002136</atom:id><lastBuildDate>Thu, 03 Sep 2009 09:46:34 +0000</lastBuildDate><title>Blog Opinião</title><description>Blog de opinião do Portal das Energias Renováveis. www.energiasrenovaveis.com</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (PER)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-7136980963079256535</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2009 21:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-11T22:36:42.398+01:00</atom:updated><title>Impacte visual e os aerogeradores</title><description>A energia eólica é talvez a “face mais visível” das energias renováveis. Não só por ser a energia renovável que mais se tem desenvolvido nos últimos 10 anos, mas também devido à sua incontornavelmente presença em muitos montes e serras. &lt;br /&gt;Basta ir pela A8 (Lisboa, Leiria), para observar os muitos empreendimentos que em menos de 10 anos alteraram o horizonte desta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impacte visual destes equipamentos é, sem dúvida, significativo, o que não quer dizer que seja negativo. As opiniões dividem-se, e vão desde "é bonito" até "é horrível".&lt;br /&gt;Em termos de legislação, a mesma é reduzida ou inexistente quando falamos nas distâncias mínimas a zonas habitadas. Possivelmente apenas ao nível da avaliação dos impactes ambientais poderá existir algumas avaliações neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença dos aerogeradores veio para ficar, não haja dúvida, tanto porque representam uma alternativa viável à produção de energia eléctrica por meios convencionais, como por ser um bom investimento, pelo menos para já, para promotores, proprietários dos terrenos e ainda para o poder local.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O facto é que esta variável também deve ser tida em conta na hora do desenvolvimento de um empreendimento eólico, fazendo assim parte da equação custo/benefício, não esquecendo que as alternativas de produção eléctrica passam ou por centrais emissoras de CO2 ou por outras formas de produção que tem igualmente impactes, como as grandes hídricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a aplicação séria e concreta de uma primeira fase onde todos os desperdícios são eliminados, não sendo possível mais deixar de consumir, i.e., aplicação da eficiência energética, será sempre necessário assegurar os consumos energéticos que ninguém pode dispensar, levando assim impreterivelmente a soluções como a energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como último facto importante, grande parte dos eventuais impactes causados pelas eólicas, são rapidamente internalizados e eliminados na fase final de um projecto, (+- 25 anos), com o desmantelamento e reposição das condições e coberto vegetal existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste modo a energia eólica é talvez uma das fontes de energia com menor impacte visual real a médio-longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-7136980963079256535?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2009/06/impacte-visual-e-os-aerogeradores.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-6692630332093626222</guid><pubDate>Wed, 08 Apr 2009 10:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-08T21:38:11.089+01:00</atom:updated><title>E depois do Protocolo de Quioto?</title><description>O protocolo de Quioto acaba em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois haverá mais limites, que poderão começar a ser delineados em Dezembro de 2009, na próxima conferência do Clima em Copenhaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente as licenças de emissões, que em Portugal muitas foram distribuídas gratuitamente, vão acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo acordo terá metas mais ambiciosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos irão assinar (e ratificar) um novo acordo? possivelmente, com a nova administração Obama, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer que seja o acordo o mesmo irá marcar as próximas duas decadas e poderá ser decisivo na regulação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-6692630332093626222?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2009/04/e-depois-do-protocolo-de-quioto.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-7655050307010672892</guid><pubDate>Sat, 17 Jan 2009 21:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-17T21:48:03.407Z</atom:updated><title>Certificação Energética: o caminho certo?</title><description>Nos últimos dias assistiu-se a uma série de notícias onde se anunciava a obrigatoriedade da apresentação dos certificados energéticos no caso das transacções de imóveis (venda e arrendamento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora esta terceira fase , que abrangeu em 01/01/09 os edifícios existentes, já estava prevista a 3 anos. O Sistema de Certificação Energética já previa esta entrada em vigor faseada, pelo que não deveria haver surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ADENE devia estar preparada. As pessoas deviam ter sido informadas das vantagens em saber qual o consumo da casa que vão comprar, e das melhorias que podem fazer nas suas casas de forma a poder melhorar a sua eficiência energética, poupando no médio prazo dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sendo a melhor altura para o mercado do imobiliário, por razões óbvias, o facto é que a poupança energética deve ser mais uma componente de poupança em tempos de crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos comentários, às notícias em blogs e afins, infelizmente são pouco construtivos e revelam muita falta de informação sobre as vantagens que o SCE vai trazer para as pessoas e para Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos que a ADENE esteja à altura do desafio e saiba responder às criticas de forma educativa e informativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-7655050307010672892?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2009/01/certificao-energtica-o-caminho-certo.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-3327433927057344464</guid><pubDate>Sun, 05 Oct 2008 22:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-05T23:15:16.448+01:00</atom:updated><title>Bolhas</title><description>Está na moda o termo "Bolha". Mas um dos mais famosos foi a do início desta década quando muitas empresas nas Tecnologias Informáticas (TI) no mundo, sobrevalorizadas, acabaram por perder milhões, ser compradas por outras, ou simplesmente desaparecer. No entanto o mercado das TI não acabou ai, muito pelo contrário, surgiram novas empresas, novos serviços e a famosa expressão do Web2.0, já se falando no Web3.0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia a bolha é outra, e já rebentou: o mercado imobiliário Norte-americano. Esta bem mais grave e abrangente, com poder de influenciar as finanças mundiais e, por arraste, a economia mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio desta convulsão, e mesmo antes da mesma, já se uma outra eventual bolha se visualizava: "uma bolha verde". Nesta estão os negócios ambientais, do carbono e das Energias Renováveis (ER). O problema não está se eles existem ou são rentáveis. O problema está quando os mesmos são sobrevalorizados no sentido de fazer render o máximo possível e mais rápido possível a apenas alguns "investidores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não haja dúvida que o mercado dos produtos "verdes" é um mercado atractivo. No entanto o mesmo deve ser, como em qualquer investimento e negócio, bem organizado e gerido. Quando começam a entrar no mesmo os especuladores, o mesmo e distorcido. Mais uma "imperfeição do mercado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ER são e serão no futuro um bom negócio, mas como em tudo, não se pode cair na tentação de "matar a galinha dos ovos de ouro". A entrada de investidores e de gestores que, como em Wall Street, querem ter grandes lucros em pouco tempo, não é de certo benéfico para a sustentabilidade de nenhum negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons investidores, gestores assim como regulação precisa-se, de forma a não criar falsas expectativas e maus negócios. Não é apenas um problema de consciência é também um económico e um problema legal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-3327433927057344464?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2008/10/bolhas.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-5887667632063211889</guid><pubDate>Mon, 17 Mar 2008 22:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-17T22:01:26.276Z</atom:updated><title>Excessos solares no RCCTE</title><description>O novo Regulamento do Comportamento das Características Térmicas dos Edifícios (RCCTE), publicado em 2006 visa, entre uma quantidade de requisitos, a promoção de sistemas solares térmicos para o aquecimento de águas sanitárias, através da obrigatoriedade de instalação de 1 m2 por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui começa um problema. 1 m2/pessoa, independentemente da região do país, para além de não fazer muito sentido, está completamente desajustado dos valores convencionais de dimensionamento "médio", que para um colector solar bom, bastaria entre 0.5 e .8 m2/pessoa.&lt;br /&gt;Este padrão de 1m2/pessoa, em quase todos os projectos que respeitem à letra este valor, irá originar sistemas sobredimensionados, com consequências que se irão sentir no curto prazo no Verão (sobreaquecimentos constantes) e no longo prazo (maiores custos de manutenção e menor tempo de vida dos sistemas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, em vez de se promover a eficiência energética, o sobredimensionamento beneficia indirectamente os colectores solares menos eficientes e de menor qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lógica muito mais simples seria o estabelecer de um valor mínimo médio de energia por pessoa, que o sistema solar deveria fornecer. Por exemplo, considerando que, para aquecer os banhos de uma pessoa durante um ano (40 litros a 60ºC), seriam necessários cerca de 764 kWh/ano. Considerando ainda uma percentagem mínima de 60%, resultaria uma energia mínima de 458 kWh/ano por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este valor é ainda um valor elevado, uma vez que o consumo de AQS não é feito a temperaturas tão elevadas (60ºC), como indicado no RCCTE, sendo mais lógico utilizador temperaturas na ordem dos 45ºC, que reduziria ainda mais os valores mínimos de energia a atingir (cerca de 380 kWh/pessoa.ano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto valores na ordem dos 450 kWh/pessoa.ano já poderiam reduzir significativamente os problemas de sobredimensionamento latentes no actual regulamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos que os gestores do SCE (a ADENE), estando já alertados para o caso, sejam céleres em modificar o RCCTE, ou pelo menos informar os peritos desta problemática, e criar mecanismos dentro do espírito da lei, passíveis de reconhecer eficiência energética dos sistemas solares e não "queimar" a energia solar térmica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-5887667632063211889?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2008/03/excessos-solares-no-rccte.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-2615339766544830683</guid><pubDate>Sat, 19 Jan 2008 17:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-19T17:29:15.611Z</atom:updated><title>Renováveis no OE2008</title><description>Já é mesmo definitivo:&lt;br /&gt;"Artigo 85.º&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;1 - . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;2 - São igualmente dedutíveis à colecta, desde que&lt;br /&gt;não susceptíveis de serem considerados custos na categoria&lt;br /&gt;B, 30 % das importâncias despendidas com a&lt;br /&gt;aquisição de equipamentos novos para utilização de&lt;br /&gt;energias renováveis e de equipamentos para a produção&lt;br /&gt;de energia eléctrica e ou térmica (co -geração) por microturbinas,&lt;br /&gt;com potência até 100 kW, que consumam&lt;br /&gt;gás natural, incluindo equipamentos complementares&lt;br /&gt;indispensáveis ao seu funcionamento, com o limite de&lt;br /&gt;€ 777.&lt;br /&gt;3 — As deduções referidas no n.º 1 não são cumulativas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portugal.gov.pt/NR/rdonlyres/93CAFB60-3200-46FC-A2C4-A32AF40DE7D0/0/Lei_OE_2008_Aprovada.pdf"&gt;http://www.portugal.gov.pt/NR/rdonlyres/93CAFB60-3200-46FC-A2C4-A32AF40DE7D0/0/Lei_OE_2008_Aprovada.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só falta agora "the will to pay" ( vontade de pagar )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-2615339766544830683?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2008/01/renovveis-no-oe2008.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-695845582596383789</guid><pubDate>Sun, 11 Nov 2007 00:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-11T00:34:06.037Z</atom:updated><title>Finalmente dedução no IRS</title><description>&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Finalmente o Orçamento de Estado de 2008 permitirá aos portugueses deduzir 30% até 777 euros no IRS na compra de equipamentos de energia renovável, e isto sem ser “não acumulável” com o benefício fiscal do Crédito habitação.    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Durante sucessivos OE, o governo impediu na prática um benefício real por parte de quem adquiria este tipo de equipamentos. Na proposta de Orçamento de Estado de 2008, com a alteração no número 3, do Art. 85, será possível acumular os dois tipos de benefícios. Esperamos que assim seja, em quanto não chega a regulamentação da nova legislação de microgeração, aguardada para Janeiro de 2008.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-695845582596383789?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2007/11/finalmente-deduo-no-irs.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-1510319761184510805</guid><pubDate>Tue, 04 Sep 2007 20:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-04T21:55:09.125+01:00</atom:updated><title>IRS e IVA</title><description>Uma das forma de incentivar o desenvolvimento das energias renováveis, para além dos milhões de euros para as tarifas das eólicas, é através da carga fiscal IRS e IVA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente um equipamento de energias renováveis, com um colector solar térmico, paga 12% de IVA. No entanto os restantes equipamentos complementares pagam 21% de IVA, quando não vendidos num sistema integrado tipo Kit termosifão, para não falar dos 21% a que são taxados os produtos da biomassa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente a deduções no IRS, para este ano a aquisição de equipamentos novos para utilização de ener&amp;shy;gias renováveis permite deduzir 30% das importâncias despendi&amp;shy;das com o limite de745,00 €.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sendo um incentivo muito considerável, pior fica quando o contribuinte tem um crédito habitação, o qual permite deduzir 30% das importâncias pagas com o limite de  562,00 €, uma vez que os dois incentivos não são acumuláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática o contribuinte só pode escolher um, claro que irá escolher o maior, mas o mesmo só representará um benefício adicional de 183,00 €.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um país onde o crédito habitação é uma necessidade e onde se pretende apoiar as renováveis, pelas razões óbvias conhecidas, não existe lógica nenhuma, neste sistema fiscal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está o incentivo aos pequenos consumidores para apostarem nas energias renováveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que só os grandes investidores (bancos e afins) têm direito a usufruir de benefícios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos que em 2008, finalmente seja o ano da "microgeração", como tanto se faz ouvir nas notícias. Mas para isto será necessário uma política fiscal e um quadro legislativos que ainda não parece existir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-1510319761184510805?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2007/09/irs-e-iva_04.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-1113076302351810054</guid><pubDate>Sun, 08 Jul 2007 21:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-08T22:02:59.283+01:00</atom:updated><title>Live Earth: razões para festejar?</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Eventos como o do passado dia 07/07/07 (não confundir com as sete maravilhas), são sempre positivos por um lado, e negativos por outro.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Positivo porque tentam abranger o maior número de pessoas possíveis, principalmente os jovens, através do meio musical e do espectáculo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Positivo, porque relembra a necessidade de fazer algo em prole de uma causa.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Negativo, porque alguns dos artistas estão longe de ser um exemplo (veja-se o caso da Madona). Não queremos santos, mas para defender uma causa à que começar por nossa casa…&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O facto é que, entre o deve e o haver, é possível que tenhamos um saldo positivo do evento, apesar de ser evidente que ele não vai acabar com os problemas das alterações climáticas, como outros eventos não acabaram com a fome.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Resta, deixar a festa e passar à prática, porque nesta matéria não há muito para festejar.&lt;/p&gt;JF&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-1113076302351810054?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2007/07/live-earth-razes-para-festejar.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-8084106396432652227</guid><pubDate>Tue, 06 Mar 2007 19:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-03-06T19:58:04.129Z</atom:updated><title>O que motiva alguns cientistas?</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Como é sabido, uma das polémicas, ou pseudo-polémicas, relacionada com o aquecimento global é a opinião da comunidade científica. Não se pode dizer que existe uma total unanimidade sobre este assunto, porque se não, a questão não fazia sentido: o que motiva alguns cientista?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;O facto é que uma grande maioria dos cientistas apoia, fortemente, a possibilidade da intervenção humana no clima global. As alterações climáticas são muito complexas, munidas de muitas variáveis, e muitas delas difícil de simular, mas a acumulação de conhecimento nesta área permite, cada vez mais desenhar tendências. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;E a tendência aponta para uma das principais as alterações climáticas: o Aquecimento Global, com origem, muito possivelmente, na emissão de Gases de Efeito de Estufa (GEE) antropogénica (humana).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Entre os principais GEE encontramos o CO2, não sendo o mais "forte GEE", é sem dúvida o mais produzido e com maior influência, representado cerca de 80% dos GEE. A fonte de aumento do CO2 é, comprovadamente, humana: queima de hidrocarbonetos e desflorestação. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;A relação entre o CO2 e a temperatura da superfície terrestre, é mais complicada que a teoria simplificada do efeito de estufa: os raios de sol são "retidos" por uma atmosfera cada vez mais "densa", devido aos GEE, originado assim o Aquecimento Global.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo complexa, inúmeros estudos e actividades científicas tentam encontrar correlações entre a variação do CO2 e a variação da temperatura da superfície da terra. Diversos estudos apontam para uma correlação muito directa: aumentos de CO2 na atmosfera, no passado, têm-se associado a aumentos de temperatura da superfície da Terra.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Os dados podem ser sempre questionados, mas a quantidade de e qualidade destes são cada vez menos incontornáveis, apontando para causas humanas nas Alterações Climáticas.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Mas, porque ainda existem "Velhos do Restelo" nesta problemática? Será que isto é tudo uma grande "teoria conspiração"? E quem ganha com isso?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Bom, talvez porque sempre existiram e sempre existirão "Velhos do Restelo". &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Quem perde também é sabido: as grandes petrolíferas que não adeqúem os seus comportamentos no futuro, assim como alguns países e indivíduos, que controlam as reservas mundiais de hidrocarbonetos.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Alegações como a da falta de credibilidade dos cientistas do IPPC, de que criaram o mito climático para se sustentarem a si próprios são, do ponto de vista conspirativo, até peseudosustentadas, mas caem por terra devido a própria credibilidade e postura das pessoas que o fazem estes ataques.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Sem querer entrar em grandes polémicas, e tomando a via racional, haja ou não haja Aquecimento Global, o facto de tomarmos uma atitude de eficiência, diversificação e racionalidade energética, de sustentabilidade ambiental e de mitigação de emissões de GEE não irá afectar ninguém, a não ser os interessados em manter o statusquo da dependência/vício do Petróleo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Por isso, os cientistas, que democraticamente, possam discordar de alguns resultados dos seus colegas, não deveriam estar focados na procura de soluções em vez de entrar em "guerras" e polémicas inúteis para a sociedade, para a economia, para o clima e para o ambiente? &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Não se pretende um consenso total. De facto vivemos em democracia e discordar e felizmente possível, a 40 anos não podia-mos dizer o mesmo, mas a dispersão de sapiência não é benéfico para os problemas que podem ser causados pela "pegada humana".&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-8084106396432652227?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2007/03/o-que-motiva-alguns-cientistas.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>19</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-4180747543086206286</guid><pubDate>Mon, 12 Feb 2007 22:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-12T00:50:28.900Z</atom:updated><title>Investimentos energéticos</title><description>A semana passada foi anunciado mais uma procura do ouro negro nas costas lusas. Seguramente não é a primeira e não será a última.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De facto, desde o século passado tem havido diversas pesquisas, mas sem grande sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão, do ponto de vista económico, não é se Portugal tem petróleo mas sim, se os custos de extracção são inferiores ao das receitas obtidas pela venda do crude, uma vez que existe petróleo, mas a quantidade e qualidade normalmente não são suficientes aos preços de mercado actuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria a "grande sorte" económica, se por acaso fosse atingida uma grande reserva, mas, numa altura que as alterações climáticas estão na ordem do dia, será que andamos a investir (25 milhões) onde devemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De facto 25 milhões não são um grande investimento de prospecção petrolífera, mas e se a GALP os investisse em energias renováveis como a solar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja-se o exemplo da BP, na área do fotovoltaico é um dos mais visíveis promotores de este tipo de energia solar. O mesmo não se pode disser da GALP, que em 2001 adquiriu a empresa &lt;a href="http://www.aosol.pt/"&gt;Ao Sol&lt;/a&gt; (fabricante de colectores solares térmicos), e que, passado quatro anos, acabou por vender a empresa a outro grupo empresarial, desistindo desta área de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente existe uma consciência crescente, que nas últimas messes tem contagiado os meios de comunicação e a opinião pública com a problemática das Alterações Climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja o filme do Al Gore &lt;a href="http://www.climatcrisis.org/"&gt;www.climatcrisis.org&lt;/a&gt;, o relatório &lt;a href="http://www.hm-treasury.gov.uk/newsroom_and_speeches/press/2006/press_sternreview_310106.cfm"&gt;STERN&lt;/a&gt; , ou o último relatório do &lt;a href="http://www.ipcc.ch/"&gt;IPPC&lt;/a&gt; , é cada vez mais difícil não acordar para o problema. Um problema que pode ter solução, desde que haja uma vontade mundial para tal. Não devemos entrar em alarmismos, mas também não podemos ficar sentados à espera que os outros resolvam o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As grandes empresas tem também um grande papel, uma vez que são elas que mais poluem e quem mais pode fazer para aumentar a sua eficiência e investir em alternativas tecnológicas mais limpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos que no futuro cada vez mais as grandes empresas vejam as alterações climáticas, não como um entreve ao seu crescimento, mas como uma oportunidade de negócio, motivando-as a ser mais eficientes energeticamente e ambientalmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-4180747543086206286?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2007/02/investimentos-energticos_12.html</link><author>noreply@blogger.com (João F. Saraiva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-116665929281935017</guid><pubDate>Thu, 21 Dec 2006 00:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-21T00:06:44.990Z</atom:updated><title>Desregulação eléctrica</title><description>A intervenção directa do estado na regulação do preço da electricidade, veio causar diversas "convulsões" no país político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, o anúncio da ERSE da subida de cerca de 15% na tarifa de baixa tensão, que segundo o Secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação António Castro Guerra, era culpa dos consumidores. (&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1273743"&gt;http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1273743&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a "boa intenção política" de, no curto prazo não penalizar os portugueses com uma subida da tarifa em baixa tensão na ordem dos 15%, o Governo "regulou" o regulador e impôs um valor na ordem dos 6%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos resultados mais recentes é a demissão do Presidente da ERSE, Jorge Vasconcelos. &lt;a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/"&gt;http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;diarioeconomico/internacional/economia/pt/desarrollo/719762.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um capítulo triste: o parlamento quer ouvir o ex-presidente da ERSE mas o governo acha que não deve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ou sem eventuais razões políticas, o governo acabou por cometer provavelmente um erro, ao imiscuir-se na tarefa primordial da ERSE, a regulação do Sector Eléctrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados a curto prazo podem ser "benéficos", mas no médio prazo poderão tornar-se uma cura pior que o mal, porque no fim alguém tem de pagar a conta, ou apagar a luz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-116665929281935017?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/12/desregulao-elctrica.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-116233545346884659</guid><pubDate>Tue, 31 Oct 2006 22:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-12-21T00:07:48.100Z</atom:updated><title>STERN REVIEW: The Economics of Climate Change</title><description>Estas últimas semanas tem sido bastante proficuas em notícias sobre o clima. Primeiro com a estreia do filme "uma verdade inconveniente", e muito mais recentemente com a divulgação do "STERN REVIEW: The Economics of Climate Change"., do reputado economista Nicholas Stern.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando pelo filme, este baseado parcialmente nas experiências pessoais do ex-vice presidente dos Estados Unidos da América Al Gore, e nas suas conferências ao redor do mundo, Al Gore tenta explicar, de forma simples e directa, o que é o aquecimento global, quais são as evidências cientificas e actuais, as eventuais consequências se não se tomar acções e que acções podem ser hoje tomadas. Apesar do um estilo marcadamente americano, é um filme, ou melhor documentário, bastante recomendado, a sua linguagem directa e carregadamente visual, gráfica e explicativa faz pensar a aqueles que nunca pensaram no assunto e actuar a aqueles que pensaram e ficaram por ai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutra vertente, o relatório Stren é bastante mais complexo, mas muitas das suas conclusões são bastante taxativas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The benefits of strong, early action on climate change outweigh the costs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The scientific evidence points to increasing risks of serious, irreversible impacts from climate change associated with business-as-usual (BAU) paths for emissions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Climate change threatens the basic elements of life for people around the world - access to water, food production, health, and use of land and the environment.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The damages from climate change will accelerate as the world gets warmer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The impacts of climate change are not evenly distributed - the poorest countries and people will suffer earliest and most. And if and when the damages appear it will be too late to reverse the process. Thus we are forced to look a long way ahead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Climate change may initially have small positive effects for a few developed countries, but is likely to be very damaging for the much higher temperature increases expected by mid- to late-century under BAU scenarios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrated assessment models provide a tool for estimating the total impact on the economy; our estimates suggest that this is likely to be higher than previously suggested.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achieving these deep cuts in emissions will have a cost. The Review estimates the annual costs of stabilisation at 500-550ppm CO2e to be around 1% of GDP by 2050 - a level that is significant but manageable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resource cost estimates suggest that an upper bound for the expected annual cost of emissions reductions consistent with a trajectory leading to stabilisation at 550ppm CO2e is likely to be around 1% of GDP by 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reducing the expected adverse impacts of climate change is therefore both highly desirable and feasible.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The removal of barriers to behavioural change is a third essential element, one that is particularly important in encouraging the take-up of opportunities for energy efficiency.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curbing deforestation is a highly cost-effective way of reducing greenhouse gas emissions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Building and sustaining collective action is now an urgent challenge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is still time to avoid the worst impacts of climate change if strong collective action starts now.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas e outras conclusões, assim como, para quem tiver mais tempo, o relatório completo, podem ser encontradas em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hm-treasury.gov.uk/independent_reviews/stern_review_economics_climate_change/stern_review_report.cfm"&gt;http://www.hm-treasury.gov.uk/independent_reviews/stern_review_econo&lt;br /&gt;mics_climate_change/stern_review_report.cfm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, cada vez mais políticos, estudiosos, cientistas, economista, cidadãos, etc., etc., se juntam a consciência global de que é necessário actuar já de forma a minimizar os eventuais (e infelizmente muito prováveis) efeitos dos gases de estufa e as alterações do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite o site &lt;a href="http://www.climatecrisis.net/takeaction/"&gt;http://www.climatecrisis.net/takeaction/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;onde pode ver o que pode fazer para ?alterar? as alterações do clima, entre as recomendações temos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolha lâmpadas que poupam energia&lt;br /&gt;Quando fizer novas aquisições opte por electrodomésticos que poupem energia&lt;br /&gt;Utilize e cuide correctamente dos seus electrodomésticos&lt;br /&gt;Isole a sua casa&lt;br /&gt;Conserve a água quente&lt;br /&gt;Reduza o desperdício de energia em stand-by&lt;br /&gt;Reduza os quilómetros de condução em automóvel, andando a pé, de bicicleta, partilhado o carro, ou usando transportes públicos, quando é possível&lt;br /&gt;Conduza de forma mais inteligente&lt;br /&gt;Recicle&lt;br /&gt;Saiba mais sobre as alterações do clima&lt;br /&gt;Participe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas e muitas mais acções são necessárias para minimizar os erros cometidos no passado, que podem reverte num futuro menos aprazível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-116233545346884659?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/10/stern-review-economics-of-climate.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-116034923154674507</guid><pubDate>Sun, 08 Oct 2006 23:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-10-09T00:15:27.430+01:00</atom:updated><title>O mito do Gás Natural</title><description>Nos últimos anos o Gás Natural (GN) tem sido apresentado como uma energia "limpa", e quase não poluente. Mais o facto é que o GN, não é mais do que uma mistura de etano, butano, propano, gases inertes, entre outros, e principalmente metano (70-94%), i.e., não deixa de ser uma mistura de hidrocarbonetos gasosos. Como resultado da sua queima existem emissões de CO2, menos 20% quando comparando com outros hidorcarbonetos, mas ainda restam 80%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, porque o GN veio para chegar? Podemos resumir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em primeiro lugar representa uma redução, pouca, nas emissões de CO2.&lt;br /&gt;- Representa uma alternativa directa aos derivados do petróleo.&lt;br /&gt;- Preço competitivo.&lt;br /&gt;- Rede de abastecimento e promoção  fortemente subsidiada pelos governos nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não será perigoso pensar que o GN veio para substituir o petróleo? Vamos passar de uma dependência para outra, esquecendo a diversificação energética?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintetizando podemos afirmar, que o GN é poluente e não é uma energia endógena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GN poderá e deverá ser uma parcela da diversificação energética, mas não pode impedir (por questões economicistas) o aparecimento, desenvolvimento e evolução de outros tipos de fontes de energia, baseadas em recursos renováveis, esses sim com emissões de CO2 equivalente nulas e realmente limpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria feito de algumas energias renováveis se a 15 anos atrás tivessem tido o financiamento que teve o GN? Provavelmente já teríamos ultrapassado a meta dos 39% de produção de energia eléctrica com fonte nas renováveis e o cumprimento das metas do Protocolo de Quioto não parecessem uma miragem...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-116034923154674507?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/10/o-mito-do-gs-natural.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-115844036561165524</guid><pubDate>Sat, 16 Sep 2006 20:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-09-16T22:02:25.843+01:00</atom:updated><title>Verdade inconveniente</title><description>Ainda não fui ver o filme, ou melhor, documentário, "Uma verdade inconveniente", mas as novidades não devem ser muitas. Já uma larga parte da comunidade científica (há sempre alguns do contra...), vem alertando para os efeitos causados pela intervenção do homem, ao nível do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que, da teoria à realidade, os cenários podem ser influenciados por muitas variáveis, muitas das medidas propostas são execuiveis assim como, em muitos casos, comportam uma maior eficiência de recursos, aumentando assim os níveis económicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um facto que documentários como este, e com um protagonista mundialmente conhecido, vem dar mais força à lógica ambientalista. Basta ver a visibilidade que o filme teve nos meios de comunicação recentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava de imaginar o que teria acontecido se em vez do Bush, fosse, se é que não foi, Al Gore o eleito em 2000. Teríamos as mesmas guerras pelo petróleo? ou, finalmente, alguma coisa iria mudar nos Estados Unidos? Seria coerente com o seu discurso? ou vacilava perante outros lobbies?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas perguntas nunca terão resposta, ou talvez sim, em 2008... esperemos que, para o bem da humanidade, a coerência se mantenha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-115844036561165524?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/09/verdade-inconveniente.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-115548105803488571</guid><pubDate>Sun, 13 Aug 2006 14:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-08-13T15:57:38.046+01:00</atom:updated><title>Eficiência energética?</title><description>Mais um verão quente que se instala, e nada como estar no fresco do gabinete de trabalho com o ar condicionado no máximo. No entanto, a que custo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que em Portugal a eficiência energética está longe de ser a regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sector dos edifícios, e após muitos anos de inoperâncias, em 2007 entrará em vigor o sistema de certificação energética de edifícios (SCE). Já em 2006 foram publicados as novas versões do RCCTE e do RSECE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estes regulamentos pretende-se, de uma forma geral, reduzir os consumos energéticos nos edifícios, aumentando assim a sua eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a realidade de uma grande parte da nossa edificação, tanto de edifícios domésticos como de serviços, revela graves deficiências nestas áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soluções simples, como paredes duplas com isolamento e vidros duplos, só começaram a ser aplicadas nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é do conhecimento geral, a edificação dos anos 80 e 90, principalmente nas áreas suburbanas, foi um exemplo a não seguir, tanto do ponto de vista energético, como do ponto de vista do ordenamento do território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eficiência energética, tanto nos edifícios, como em todas as actividades consumidoras de energia, tem de ser a primeira directiva na área da energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos continuar a gastar (mal) a energia como até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos apontar o dedo só à falta de políticas estratégicas, porque o gesto simples de apagar a iluminação do quarto vazio ou de comprar um electrodoméstico mais eficiente, só depende de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível ter conforto e ao mesmo tempo reduzir os consumos, a isto se chama ser eficiente!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-115548105803488571?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/08/eficincia-energtica.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-115393867538409342</guid><pubDate>Wed, 26 Jul 2006 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-21T22:30:06.936Z</atom:updated><title>Nuclear: Quem tem razão?</title><description>Desde o início da escalada dos preços do Petróleo, a discussão entorno da solução Nuclear (fissão) não tem sido clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números relativos, ao "verdadeiro" custo kilowatt nuclear, varia conforme a tendência pro ou contra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A problemática dos resíduos nucleares é minimizada pelos apoiantes do nuclear e maximizada pelos detractores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que parece é que nesta discussão os factores económicos/financeiros se sobrepõem aos factores técnicos e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre a eventual instalação de uma central nuclear em Portugal, não tem sido clara e apenas parece aportar mais entropia para o nosso sistema, afastando-nos assim, de uma verdadeira discussão sobre a problemática energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta problemática começa pelo consumo e não pela produção. A melhor forma de produzir um Kilowatt é não consumi-lo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medidas de eficiência energética são urgentes é altamente necessárias. Alguns mecanismos começam a ser constituídos (novo RCCTE e RSECE), no entanto falta um muito longo caminho para percorrer em sectores como o transporte e a habitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto é que a energia eléctrica representa um pequena parcela (cerca de 20%) da energia final consumida em Portugal, e a energia nuclear, no actual contexto tecnológico, apenas iria influência esta parcela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos, nem podemos, centrar a problemática energética numa discussão "sé é bom ou mau fazer uma central nuclear". A discussão deve ser centrada e soluções técnicas, económicas e ambientalmente sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se perdermos o tempo a discutir se é "bom ou mau", se o "aquecimento global existe ou não" ou se o "protocolo de Quioto é benéfico ou não", quando for tempo de actuar poderá ser tarde demais, e o facto de sermos mais eficientes energicamente de apostarmos na diversificação energética (renovável e convencional), se não fizer "bem" de certeza que não faz mal nenhum!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-115393867538409342?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/07/nuclear-quem-tem-razo.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>15</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-115343685838491719</guid><pubDate>Thu, 20 Jul 2006 23:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-07-21T13:45:39.436+01:00</atom:updated><title>Energia eólica na frente</title><description>Nos últimos anos a energia eólica tem vindo a ser a única energia renovável com um real desenvolvimento em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos 4 anos, passamos de 175 MW de potência instalada (em 2002) para 1.151 MW (em Março de 2006), o que representa actualmente 711 geradores, distribuídos por 112 parques eólicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não admira por isso, bem perto de Lisboa, na zona Oeste, as turbinas eólicas saltam logo à vista, até do mais distraído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta proliferação, que apesar de tudo já está atrasada, deve-se no essencial às perspectivas económico-financeiras que representam a conjugação de vários factores macroeconómicos: por um lado o preço do petróleo não dá sinais de descida, pelo contrário, assiste-se novamente a uma escalada do preço do ouro negro, e por outro lado, o valor de remuneração do Kilowatt de energia eléctrica produzida nos parque eólicos, estabelecido com a finalidade de atingir os 39% de energia eléctrica com fonte nas renováveis, favorece o retorno do investimento, VAL, TIR's e outros indicadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutra vertente técnica, as turbinas eólicas são cada vez são maiores, mais eficientes e mais baratas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim a energia eólica afigura-se como a primeira energia renovável competitiva face a outras fontes convencionais de produção de energia, não obstante com alguns inconvenientes, como a irregularidade na produção, a localização de locais com bons recursos de vento em locais protegidos, etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De facto a energia eólica não é a panaceia para todos os problemas da actual necesidade energética nacional. Esta fonte de energia, actualmente apenas representa cerca de 20% da energia eléctrica produzida, e relembrando que o consumo eléctrico nacional (energia final) é cerca de 20%, fazendo contas, na globalidade a energia eólica apenas aporta cerca de 4% para os consumos de energia final. Mesmo no melhor dos cenários em que são instalados cerca de 5.000 MW eólicos até 2010, a energia eólica nunca ultrapassará os 15% da energia final necessária. Isto sem ter em conta o crescimento dos consumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade a energia eólica não é a solução única, faz sim parte de uma solução composta que começa por gastar menos (eficiência energética) e produzir 'melhor', com recursos a fontes diversificadas: eólica, biomassa, solar, gás natural, hídrica, etc., assim como investir em novas formas de mobilidade: o automóvel de motor de combustão já tem cerca de 100 anos, já é hora de 'produzir' novas soluções, mais baratas e realmente eficientes energeticamente!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-115343685838491719?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/07/energia-elica-na-frente_21.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>42</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-115002132823080066</guid><pubDate>Sun, 11 Jun 2006 10:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-11T11:30:36.306+01:00</atom:updated><title>Primeira e última?</title><description>Esta semana chegou aos jornais uma notícia daquelas que os jornais gostam: Portugal vai ter a maior central de energia solar fotovoltaica do mundo? (&lt;a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diario_economico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/656864.html"&gt;in DE&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o mediatismo desta notícia, e apesar de ser um sinal positivo (já estamos a instalar fotovoltaico), não deixa de ser questionável a viabilidade dos próximos projectos de energia fotovoltaica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As recentes alterações nos tarifários e o congelamento dos Pedidos de Informação Prévia (PIPs), pedidos que servem para indagar sobre a possibilidade e condições técnicas de eventual ligação a rede eléctrica de sistema de microprodução, não augura um grande desenvolvimento nesta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a DGGE as metas de 150 MW de energia eléctrica a partir da energia solar estão perto de ser compridas. Portugal optou nesta área por uma estratégia de aprovar grandes projectos como o de Serpa (11 MW) ou de Moura (64 MW) e complicar? os projectos de micropotência (menos de 5 MW).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da disponibilidade técnica e do potencial comercial das soluções de micropotência, a burocracia fez mais uma vítima. A suspensão dos PIPs são um sinal revelador da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal passou do 8 para o 80. Só o projecto de Moura representa cerca de 43% da potência prevista para o fotovoltaico, e é 6 vezes maior que a maior central actualmente existente no mundo: &lt;a href="http://www.martin-bucher.de/mb/10-1-NoName.html"&gt;10 MW Alemanha, Pocking&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como apoiante das renováveis fico feliz por haver investimentos nesta área, no entanto como técnico fico apreensivo pela viabilidade dos futuros investimentos na área dos sistemas fotovoltaicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria mais lógico, que apesar destes grandes projectos, os pequenos projectos privados, domésticos e outros deveriam continuar a ser apoiados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperemos que a situação evolua positivamente, para bem do crescimento e desenvolvimento desta fonte de energia renovável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-115002132823080066?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/06/primeira-e-ltima.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>14</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-114916954348525891</guid><pubDate>Thu, 01 Jun 2006 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-07T11:02:07.156+01:00</atom:updated><title>Verdade!</title><description>O excesso de Sol de Portugal é inversamente proporcional ao uso que fazemos dele - Investigadores de vários países já salientaram o facto de os países com muito Sol terem um déficit de actividade cerebral!!!! - sendo assim e para contrariar esta teoria Portugal tem até 2010 de provar a si próprio que queremos de facto usar o Sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho existe, as tecnologias estão disponíveis e nem faltam os investidores, o que falta são mesmo leis que em vez de dificultarem, facilitem tais investimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-114916954348525891?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/06/verdade.html</link><author>noreply@blogger.com (Agostinho)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-29002136.post-114901628814114946</guid><pubDate>Tue, 30 May 2006 19:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-10T19:27:17.660+01:00</atom:updated><title>Opinião no PER</title><description>Este é o primeiro blog de opinião do Portal das Energias Renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colaboram com este blog pessoas ligadas as energias renováveis e as áreas da eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser realizados comentá¡rios sobre as diversas opiniões emitidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores são respossáveis pelas opiniões e textos incluí&amp;shy;dos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transcrição destes textos não expressa o acordo total ou parcial com o seu conteúdo por parte do Portal das Energias Renováveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29002136-114901628814114946?l=opiniao.energiasrenovaveis.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://opiniao.energiasrenovaveis.com/2006/05/opinio-no-per.html</link><author>noreply@blogger.com (PER)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>
